Neste sábado acontece a 4ª Romaria Nacional do Terço dos Homens
Publicado em: 4ª Romaria Nacional do Terço dos Homens, Padre Vitor Coelho de Almeida, ramaria nacional, santuario nacional, terço dos homens
Amanhã, 19, acontece a 4ª Romaria Nacional do Terço dos Homens no Santuário Nacional.
A missa será presidida por Dom Walmor de Oliveira Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte, às 9h, dando sequência na reunião durante todo o dia no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida.
De acordo com o organizador da Romaria, Walter Vieira, a romaria nasceu na cidade de Catalão (GO) e seguiu rumo ao Sul de Minas Gerais e outras regiões do Brasil.
“Hoje estamos felizes em realizar esse encontro na Casa da Mãe Aparecida. Nosso trabalho de evangelização começou há anos e vem crescendo a cada ano. Este ano estaremos com cerca de 10 mil pessoas e já pensamos no encontro do ano que vem”, disse Walter.
Programação de todas as atividades da 4ª Romaria Nacional do Terço dos Homens:
8h – Acolhida no Santuário.
9h – Missa.
10h – Saída para o Centro de Eventos
10h30-Assembleia
12h – Intervalo
13h – Recepção no altar Central
14h – Reza do Terço
15h – Consagração
15h30-Encerramento
Fonte: A12
Disponível para download o livro com a mensagem de Bento XVI para o Dia da Comunicação
Publicado em: Dia Mundial das Comunicações, download do livro do papa, Papa Bento XVI, Silêncio e palavra, “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização”
Domingo, dia 20 de maio, será celebrado o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais com o tema proposto pelo papa Bento XVI: “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização”.
No pensamento do papa, agora também disponível para download em português (http://www.pccs.va/images/mesa_comun/PDF/brasil-Livreto.pdf), o silêncio não é apresentado simplesmente como uma forma de contraposição a uma sociedade caracterizada pelo fluxo constante e incontrolável de ruídos na comunicação, mas como um elemento necessário de integração.
Segundo Bento XVI, o silêncio favorece a dimensão do discernimento e do aprofundamento e pode ser visto como um primeiro grau de acolhimento da palavra. Não há dualidade entre “Silêncio e Palavra”, mas complementaridade entre ambos os termos que, em seu equilíbrio, aumenta o valor da comunicação e torna-as fecundas no serviço da nova evangelização.
“Silêncio e palavra” nos convocam a uma reflexão sobre o silêncio fundador, este que se relaciona irrevogavelmente com a Palavra. Portanto, fazer da comunicação um ato pleno de contato com Deus, com o próximo e com a sociedade exige que antecipadamente instituamos o silêncio como um modo de estabelecer comunhão. “Silêncio e palavra” são recursos que possuem uma base sólida capaz de nos conduzir à comunicação plena.
Fonte CNBB
Link para o download do livro: “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização”
Documentos confirmam sinais de santidade na vida da Princesa Isabel
Publicado em: princesa Isabel, princesa isabel santa, santidade da Princesa Isabel
Cerca de 80.000 documentos começaram a ser analisados numa pesquisa que visa oferecer à Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, subsídios para a abertura do processo de beatificação da Princesa Isabel (1846-1921).
Dom Orani João Tempesta, arcebispo Metropolitano do Rio encarregou a tarefa de traçar um primeiro perfil biográfico da piedosa e caridosa vida da princesa ao o Prof. Hermes Rodrigues Nery, quem enviou um artigo à nossa redação contando as suas descobertas.
O professora Nery, que também é coordenador do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté e propositor do pedido feito a Dom Orani João Tempesta, em outubro do ano passado, passou a semana do 7 a 13 de maio em Petrópolis, para aprofundar os estudos da vasta documentação do Arquivo Histórico do Museu Imperial
Segundo o Prof. Rodrigues Nery, os documentos pesquisados até o momento confirmam os sinais de santidade da princesa, que foi três vezes regente do Brasil, associando-se de modo ativo no movimento abolicionista, tendo protagonizado a libertação dos escravos no Brasil, há 124 anos.
O bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte contou anteriormente em nota recolhida pelo portal da arquidiocese que “conhecendo com mais detalhes a vida dessa regente do Império brasileiro e conversando com várias pessoas sobre a sua possível beatificação e canonização num futuro próximo, fico admirado com suas qualidades humanas e sua atuação política, sempre inspirada pelos princípios do catolicismo”.
Dom Antonio destacou ainda a falta de conhecimento destes aspectos da vida da princesa assim como a “presença régia dessa mulher – esposa, mãe, filha, irmã, cidadã” sobretudo, “na sua função de uma governante incansável na consecução de uma causa que se arrastava lentamente no Império desde 1810: a libertação dos escravos pela via institucional, sem derramamento de sangue”.
A vida da princesa Isabel surpreende os atuais estudiosos que, a cada dia, vão descobrindo fatos e feitos pouco conhecidos pelos brasileiros. Em uma recente entrevista o Prof. Hermes Nery explicava que “escritos da Princesa D. Isabel (cartas, diários e apontamentos) dão uma dimensão exata da sua fé católica solidíssima, e de como viveu de modo exemplar a coerência dos princípios e valores do Evangelho, tanto na vida pessoal quanto pública”.
“Suas opções e decisões estavam pautadas no humanismo integral, e deixou a melhor impressão de sua vida virtuosa em todos que conviveram com ela, tendo o respeito inclusive de seus adversários”, afirmou o Prof. Nery.
“Escritos de intelectuais e autoridades da época e mesmo durante o século XX (apesar do patrulhamento ideológico e da conspiração do silêncio que sofreu), atestam suas inúmeras qualidades e virtudes, e o quanto a sua firme adesão à fé foi um dos elementos que fizeram tantos temerem o 3º Reinado”, destacou também.
Há relatos também do povo, de pessoas que conheceram a Princesa e receberam dela acolhida e apoio, e gestos concretos de quem soube exercer com elevada consciência a caridade cristã.
Prof. Rodrigues Nery ressaltou ainda: “Lembro-me, por exemplo, como ex-salesiano que sou, de que o Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, foi construído em 1885, com auxílio da Princesa, com objetivo de oferecer aos negros libertos a oportunidade de estudar lá gratuitamente”.
“Houve na Princesa D. Isabel uma grande sintonia com a doutrina moral e social da Igreja, tão bem expressa pelo Papa Leão XIII, com quem ela se correspondia. E como São João Bosco (com quem ela se encontrou pessoalmente em Milão, em 1880), um dos sinais evidentes de sua santidade foi como suas ações estiveram tão de acordo com o que a Igreja expõe em seu Magistério, e como as consequências destas ações foram tão benéficas para toda a sociedade.”
Em dezembro de 2011, assessores do Vaticano estiveram com o Vigário Episcopal para a Vida Religiosa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Roberto Lopes, OSB, o prof. Hermes Rodrigues Nery e dom Antonio de Orleans e Bragança, membro da Família Real, e receberam dados sobre a vida da princesa Isabel que justificariam a abertura do processo de sua beatificação.
Foi solicitado então um primeiro retrato biográfico para viabilizar os procedimentos visando oficializar o processo. O estudo ficou ao encargo do prof. Hermes Rodrigues Nery, que esteve em Petrópolis, na semana de 7 a 13 de maio de 2012, fazendo pesquisas no Arquivo Histórico do Museu Imperial, cujo acervo abriga cerca de 80.000 documentos referentes ao estudo em questão.
Trata-se de uma vida muito bem documentada, desde seu nascimento até sua morte (no exílio em Paris), daí a riqueza de informações que estão ajudando os especialistas a reverem inclusive aspectos da história brasileira, e a atuação da princesa Isabel enquanto modelo de fé e política, a partir dos princípios e valores cristãos.
No domingo, 13 de maio, após a celebração do dia das mães, às 11h30, houve uma homenagem no Mausoléu que abrigam os corpos de D. Pedro II, D. Thereza Cristina, D. Isabel e o Conde D’Eu, entre outros. O evento contou com a presença do pároco da Catedral, Padre José Augusto Carneiro, e um descendente de escravos, José Paulino Barbosa (lavrador e compositor), que trouxe de sua cidade, Desterro do Mello – MG), 124 rosas doadas por ele e que foram depositadas no túmulo da princesa Isabel.
Em seu discurso na catedral de Petrópolis o Prof. Hermes citou um dos primeiros e mais claros testemunhos da vida de santidade de princesa, recordando que em 20 de maio de 1888, no contexto de uma missa para celebrar a abolição da escravatura , o Barão de Paranapiacaba expressou publicamente: “Oxalá veja um dia o mundo católico a vossa beatificação e a Igreja acolha também em seu seio a Santa Izabel brasileira”.
Fonte: ACID
Ação de graças pelos cinco anos de canonização de frei Galvão
Publicado em: canonização, dom Odilo Scherer, Frei Galvão, Papa Bento XVI, Santo Antônio de Sant’Ana Galvão
Cinco anos depois da canonização do Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, os fiéis celebram este dia com a Ação de Graças.
O dia dedicado ao santo é 25 de outubro, dia de sua beatificação, porém a Igreja rende ação de graças a Deus lembrando o dia em que frei Galvão foi “elevado a honra dos altares”, afirma dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo.
Sua canonização se deu por ocasião da visita de cinco dias do Papa Bento XVI ao Brasil, na época mais de 1 milhão e 200 mil fiéis participaram da celebração, que foi realizada no Campo de Marte, zona norte da capital.“Exultação” alegria e “fervorosa” devoção marcaram a missa de santificação do frade que viveu no século 18 e 19. A imagem mais conhecida do religioso em hábito franciscano estava estampada no altar.
De acordo com o arcebispo dom Odilo Scherer, ser santo é ser amigo de Jesus, pois “o amigo deixa o outro entrar na sua vida e não possui mais segredos entre eles”. Dom Odilo disse ainda que é “através da nossa vida que todos saberão que somos amigos de Jesus, da turma dele”.
Fonte: Arquidiocese de São Paulo
Conheça a história e oração do Frei Galvão:
Santo Antônio de Sant’Ana Galvão
Cardeal Braz de Aviz toma posse da Diaconia de Santa Helena
Publicado em: Cardeal Braz de Aviz, Institutos de Vida Consagrada, Prefeito da Congregação, Sociedades de Vida Apostolica
O Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostolica, tomará posse da Diaconia de Santa Helena fora da Porta Prenestina, no próximo domingo, 20.
Quando nomeados, os cardeais começam a integrar o clero romano e recebem um título e a Diaconia de uma das igrejas romanas. A diaconia é atribuída aos bispos eméritos, Presidentes e Prefeitos da Cúria romana, enquanto aos bispos locais é conferido um título.
O Cardeal Braz de Aviz será o terceiro purpurado a tomar posse da Diaconia de Santa Helena, título cardinalício instituído por João Paulo II em 1985. O primeiro foi o cardeal canadense Edouard Gagnon; e o segundo o cardeal de Gana, Dom Peter Poreku Dery.
A paróquia de Santa Helena (mãe do Imperador Constantino I) se encontra no bairro de Pigneto, na via Casilina, uma região bastante popular da capital.
A igreja foi construída entre 1913 e 1914 e aberta ao culto em 2 de abril de 1914, tendo sido consagrada solenemente em 17 de setembro de 1916. Em 1985, assumiu o título cardinalício de “Santa Helena fora da Porta Prenestina”.
Fonte: Portal Ecclesia





