São João Bosco
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História: Fazemos memória de São João Bosco, fundador e pai da Família Salesiana. Dom Bosco viveu no apostolado a frase de São Dionísio “Das coisas divinas a mais divina é cooperar com Deus para salvar as almas”.
Nasceu São João Bosco em 1815 próximo a Turim. Com dois anos de idade perdeu o pai, sendo assim a mãe Dona Margarida batalhou contra a pobreza para criar seus filhos.
Tamanha era a luta de Dona Margarida que diante do chamado de João ao sacerdócio disse-lhe: “Eu nasci na pobreza, vivi sempre pobre e desejo morrer pobre. Se tu desejas tornar-te padre para ficar rico, eu nunca irei te visitar”.
Providencialmente todo os desafios e durezas da vida fizeram do coração sacerdote de vinte e seis anos, Dom Bosco, um homem sensível aos problemas dos jovens abandonados ou que viviam longe de suas famílias como operários.
Desta realidade começou a desabrochar o carisma que concretamente construiu os Oratórios, que eram – como ainda são- lugares de resgate das Almas dos jovens. Dom Bosco nasceu em Becchi, no Piemonte, Itália, a 16 de agosto de 1815. Era filho de humilde família de camponeses. Órfão de pai aos dois anos, viveu sua mocidade e fez os primeiros estudos no meio de inumeráveis trabalhos e dificuldades.
Desde os mais tenros anos sentiu-se impelido para o apostolado entre os companheiros. Sua mãe, que era analfabeta, mas rica de sabedoria cristã, com a palavra e com o exemplo animava-o no seu desejo de crescer virtuoso aos olhos de Deus e dos homens. Mesmo diante de todas as dificuldades, João Bosco nunca desistiu.
Durante um tempo foi obrigado a mendigar para manter os estudos. Prestou toda a espécie de serviços. Foi costureiro, sapateiro, ferreiro, carpinteiro e, ainda nos tempos livres, estudava música. Queria vivamente ser sacerdote. Dizia: “Quando crescer quero ser sacerdote para tomar conta dos meninos. Os meninos são bons; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles”.
A Divina Providência atendeu os seus anseios. Em 1835 entrou para o seminário de Chieri. Ordenado Sacerdote a 5 de junho de 1841, principiou logo a dar provas do seu zelo apostólico, sob a direção de São José Cafasso, seu confessor. No dia 8 de dezembro desse mesmo ano, iniciou o seu apostolado juvenil em Turim, catequizando um humilde rapaz de nome Bartolomeu Garelli.
Começava assim a obra dos Oratórios Festivos, destinada, em tempos difíceis, a preservar da ignorância religiosa e da corrupção, especialmente os filhos do povo. Em 1846 estabeleceu-se definitivamente em Valdocco, bairro de Turim, onde fundou o Oratório de São Francisco de Sales. Ao Oratório juntou uma escola profissional, depois um ginásio, um internato etc. Em 1855 deu o nome de Salesianos aos seus colaboradores.
Em 1859 fundou com os seus jovens salesianos a Sociedade ou Congregação Salesiana. Com a ajuda de Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou em 1872 o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a educação da juventude feminina. Em 1875 enviou a primeira turma de seus missionários para a América do Sul.
Foi ele quem mandou os salesianos para fundar o Colégio Santa Rosa em Niterói, primeira casa salesiana do Brasil, e o Liceu Coração de Jesus em São Paulo. Criou ainda a Associação dos Cooperadores Salesianos. Prodígio da Providência divina, a Obra de Dom Bosco é toda ela um poema de fé e caridade. Consumido pelo trabalho, fechou o ciclo de sua vida terrena aos 72 anos de idade, a 31 de janeiro de 1888, deixando a Congregação Religiosa Salesiana espalhada por diversos países da Europa e da América.
Se em vida foi honrado e admirado, muito mais o foi depois da morte. O seu nome de taumaturgo, de renovador do Sistema Preventivo na educação da juventude, de defensor intrépido da Igreja Católica e de apóstolo da Virgem Auxiliadora se espalhou pelo mundo inteiro e ganhou o coração dos povos.
Pio XI, que o conheceu e gozou da sua amizade, canonizou-o na Páscoa de 1934. Apesar dos anos que separam os dias de hoje do tempo em que viveu Dom Bosco, seu amor pelos jovens, sua dedicação e sua herança pedagógica vêm sendo transmitidos por homens e mulheres no mundo inteiro.
Hoje Dom Bosco se destaca na história como o grande santo Mestre e Pai da Juventude. Embora tenha feito repercutir pelo mundo o seu carisma e o sistema preventivo de salesiano, que é baseado na Razão, na Religião e na Bondade, Dom Bosco permaneceu durante toda a sua vida em Turim, na Itália.
Dedicou-se como ninguém pelo bem-estar de muitos jovens, na maioria órfãos, que vinham do campo para a cidade em busca de emprego e acabavam sendo explorados por empregadores interessados em mão-de-obra barata ou na rua passando fome e convivendo com o crime. Com atitudes audaciosas, pontuadas por diversas inovações, Dom Bosco revolucionou no seu tempo o modelo de ser padre, sempre contando com o apoio e a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora. Aliás, o sacerdote sempre considerou como essencial na educação dos jovens a devoção à Maria.
Dom Bosco ficou muito famoso pelas frases que usava com os meninos do oratório e com os padres e irmãs que o ajudavam. Embora tenham sido criadas no século passado, essas frases, ainda hoje, são atuais e ricas de sabedoria. Elas demonstram o imenso carinho que Dom Bosco tinha pelos jovens. Entre alguns exemplos, “Basta que sejam jovens para que eu vos ame.”, “Prometi a Deus que até meu último suspiro seria para os jovens.”, “O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele”, “Ganhai o coração dos jovens por meio do amor”, “A música dos jovens se escuta com o coração, não com os ouvidos.”
O método de apostolado de Dom Bosco era o de partilhar em tudo a vida dos jovens; para isto no concreto abriu escolas de alfabetização, artesanato, casas de hospedagem, campos de diversão para os jovens com catequese e orientação profissional; foi por isso a Igreja reza: “Deus suscitou São João Bosco para dar à juventude um mestre e um pai”. De estatura atlética, memória incomum, inclinado à música e a arte, Dom Bosco tinha uma liguagem fácil , espírito de liderança e ótimo escritor. Este grande apóstolo da juventude foi elevado para o céu em 31 de janeiro de 1888 na cidade de Turim; a causa foi o outros, já que afirmava ter sido colocado neste mundo para os outros.
Oração: Ó Deus, nosso Pai, por intercessão de São João Bosco, velai sobre nossos jovens. Dai-lhes fé e força necessária para não se deixarem seduzir pelo mundo da droga, da violência e do pecado. Que encontrem em Vós a única Luz capaz de orientar suas vidas e que se sintam responsáveis pela paz, pela justiça e pela fraternidade no mundo. Amém.
Devoção: À pratica constante da caridade, junto aos jovens, principalmente aos mais necessitados
Padroeiro: Dos aprendizes
Outros Santos: Nossa Senhora da Arábia (padroeira da Arábia Sauidita); Nossa Senhora de Luján Padroeira da Argentina); Germiniano (bispo); Ciro e João, Metrono, Tacísio, Saturnino, Tirso e Vítor, Zótico, Ciríaco, Trifena (mártires); Júlio (presb); Marcela, Luíza Albertônia (Venerandas); Francisco Xavier Mª Bianchi (conf.)
São Sebastião Valfré
Publicado em: 30 de janeiro, janeiro, sao sebastiao valfre, sebastiao, sebastiao valfre, seminaristas, seminaristas sem recursos, valfre
História: Sebastião Valfré nasceu em Verduno, no Piemonte, em 1629. De família pobre e numerosa, desde menino decidiu ser padre, e durante seus estudos sustentou-se copiando livros, não dando despesas ao pai. Sebastião foi aceito no Oratório de Turim e entrou para a congregação em 26-5-1651. Recebeu o sacerdócio um ano depois entregando-se sem reservas aos deveres sacerdotais.
O primeiro encargo foi o de “prefeito” do pequeno oratório, uma confraria de leigos que se encontravam para exercícios devocionais. Tinha uma extraordinária capacidade para fazer amizades. Em 1661, quando atingiu a idade então prescrita de 40 anos, foi nomeado mestre de noviços. Em seguida foi eleito superior contra seus sinceros protestos. Durante todo esse tempo foi sempre um confessor muito procurado.
Também era dotado de dons extraordinários para aconselhamento e para advinhar os problemas de seus penitentes. Entre estes estava o duque Vitor Amadeu II, posteriormente rei da Sardenha. Este, com o consentimento do papa Alexandre VIII, em 1690, esforçou-se para fazer Sebastião aceitar o arcebispo de Tirim,mas sem resultado. Sebastião não quis aceitar de maneira alguma. No entanto, dedicava-se ao ministério sacerdotal da pregação, chegando a fazer 3 sermões por dia, de quase uma hora de duração.
Realizou longas missões percorrendo o país e penetrando ocasionalmente na Suíça. Conseguiu muitas conversões. Seu temperamento era jovial, parecendo despreocupado e sem responsabilidade. Não deixava transparecer sua profunda oração e os problemas interiores. Morreu em 30-10-1710, aos 81 anos de idade.
Oração: -
Devoção: Dos seminaristas sem recursos
Padroeiro: Dos seminaristas sem recursos
Outros Santos: Santa Aldegundes (prot.câncer); Martina (virgem); Félix (papa); Matias, Amentária, Barsimeu (bispo); Hipólito (presb). Lermes de Burgo, Feliciano, Filopiano, Alexandre (mártires); Aldegundo, Jacinta, Tiadilde, abadessa, Sabina e Serena (virgens).
Santa Jacinta Marescotti
Publicado em: 30 de janeiro, jacinta, jacinta marescotti, janeiro, marescotti, oração da Santa Jacinta Marescotti, santa jacinta marescotti
História: Muito interessante foi a vida de Jacinta Marescotti, pois foi uma Santa que se converteu no convento.
Nasceu perto de Roma em 1585 numa nobre e religiosa família e seu nome era Clarice. Quando menina Clarice a mandato dos pais ficou um tempo com religiosas franciscanas; a intenção deles sem dúvida era vida religiosa para a filha, assim como já vivia uma irmã de Clarice.
Porém a jovem formosa, instruída estava muito preza as vaidades do mundo ao desejo de contrair matrimônio, por isso não só saiu do convento mas passou a experimentar todas as festas e encontros da alta sociedades.
Diante da filha que fugia da vigilância e se entregava as distrações, os pais passaram a se preocupar com a salvação de sua alma, enquanto Deus com olhar de misericórdia se ocupava de salvá-la.
Tendo sua irmã mais nova conseguido casar-se, Clarice se entregou a inveja e a frustação, até que resolveu ceder ao apelo dos pais quanto a vida religiosa. No convento a mocinha rica trocou o nome para Jacinta, mas não as vaidades, tanto que seu hábito era de seda e seu quarto decorado como de maneira luxuosa e principesca, causando assim um escândalo dentro e fora do convento.
A vida espiritual de Jacinta era fria, suas práticas sem vida e amor; até que num momento de dor Deus conseguiu regatá-la, pois ela se abriu. Aconteceu que seu rico pai acabou sendo assassinado, assim cairam por terra as seguranças terrenas; mais tarde uma doença levou Jacinta, não só as portas da morte, mas a consciência da sua falta de co-respondência ao Amor de Deus. Pediu um Padre para a confissão, o qual só entrou em seu quarto depois que ela mandou colocar para fora todo o luxo.
Reconciliada com o Senhor com trinta anos decidiu-se radicalmente pela santidade, ou seja, pagar com exagerado amor o amor exagerado amor de Deus. No concreto Jacinta mudou o hábito de seda por uma simples roupa, pediu perdão público, e se entregou de tal forma a santificação do Espírito Santo que pela vida de oração, pobreza e penitência chegou a ser exemplar e servir com mestra das noviças e depois superiora do convento, até que entrou no céu com cinquenta e cinco anos.
Oração: Ó Deus, que fizestes da virgem Santa Jacinta, abrasada no fogo do vosso amor, modelo de contínua mortificação, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de chorar os nossos pecados e permanecer no vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,na unidade do Espírito Santo, Amém.
Devoção: –
Padroeiro: -
Outros Santos: Santa Aldegundes (prot.câncer); Sebastião Valfré (rei) Martina (virgem); Félix (papa); Matias, Amentária, Barsimeu (bispo); Hipólito (presb). Lermes de Burgo, Feliciano, Filopiano, Alexandre (mártires); Aldegundo, Tiadilde, abadessa, Sabina e Serena (virgens).
São Pedro Nolasco
Publicado em: 29 de janeiro, cristãos prisioneiros e perseguidos, janeiro, nolasco, pedro nolasco, sao pedro nolasco
História: Com São Raymond de Peñafort, São Pedro Nolasco fundou a Ordem dos Mercedarianos, uma comunidade religiosa que enviava resgate para os cristãos prisioneiros.
Após tomar parte nas cruzadas contra os hereges Albigensianos no sul da França, tornou-se o tutor do Rei James I de Aragon (1213-1276) e radicou-se em Barcelona.
Após uma visão (também experimentada por São Raymond de Peñhafort e pelo Rei James) Pedro decidiu fundar uma congregação religiosa dedicada a resgatar escravos cristãos dos mouros, passando a conhecer São Raymond de Peñhafort e em 1218 com o apoio de James I fundaram a Ordem dos Mercedarianos (em homenagem a Nossa Senhora das Mercês).
Com a aprovação da Ordem pelo bispo Benrengarius de Barcelona e mais tarde pelo Papa Gregório IX em 1235 passaram a enviar missionários da Nova ordem fundada para tentar resgatar a prisioneiros cristãos e pedir aos mais abastados, jóias, ouro e moedas para trocarem pelos presos e devotos.
Alem dos três votos necessários a um religioso os “mercedarianos” tinham ainda o quarto voto que era o de se trocar por um outro escravo preso, se fosse o caso. A não ser isto, as regras eram as mesmas da Ordem de Santo Agostinho.
Pedro ficou preso por uns tempos na Argélia para servir como prisioneiro em lugar de um outro cristão e durante sua jornada para Granada e Valência conseguiu libertar das prisões mouras cerca de 400 cristãos cativos. Aposentado-se em 1249 devido a sua saúde, foi substituído como Prior da Ordem por William de Bars.
Diz ainda a tradição que ele teria tido uma visão de São Pedro, o apóstolo crucificado de cabeça para baixo. Partiu para a eternidade murmurando o salmo “O Senhor remiu seu povo”. São Pedro Nolasco foi canonizado em 1628 pelo Papa Urbano VIII.
Na arte litúrgica São Pedro de Nolasco é apresentado como um velho homem com o habito branco do Mercedariano, com as armas de Aragão no peito, segurando um sino com a imagem da Virgem, o rei vendo um grande sino com a imagem da virgem, a Virgem dando a ele o escapulário, segurando uma corrente com vários escravos, sob a visão do céu dado a ele por um anjo e na visão de São Pedro crucificado de cabeça para baixo.
Oração: São Pedro Nolasco, concedei-nos tua coragem, tua força e teus talentos para que possamos socorrer os que sofrem opressão. Assim como destes tudo de vós para resgatar os cristãos dos cárceres, intercedei junto a Deus por nós, para sejamos libertos de todas as escravidões aos espíritos do mal, que desgraçadamentepor tantas vezes ainda servimos. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Devoção: Proteção aos cristãos, combate às heresias
Padroeiro: Dos cristãos prisioneiros e perseguidos
Outros Santos: Gelásio II (papa); Valério, Sulpício Severo, Patamião, Constâncio (bispo); Papias, Sabérlio, Bebaia, Sêustio Mauro (mártires); Aquilino (presb); Raegundo (virgem); Cesáreo (diác).
São Tomás de Aquino
Publicado em: 28 de janeiro, aquino, faculdades ou universidades católicas, janeiro, sao tomas aquino, tomas aquino, tomas de aquino
História: Tomás nasceu em 1225, filho do conde de Aquino, no castelo de Roccasecca. Aos 18 anos, contrariando a vontade dos familiares, ingressou na Ordem dos Pregadores de São Domingos.
Estudou em Colônia na escola de santo Alberto Magno e depois em Paris. Em Paris, de aluno passou a mestre de filosofia e teologia.
Ensinou depois em Orvieto, Roma e Nápoles. Manso e silencioso, em Paris foi apelidado de boi mudo. Era gordo contemplativo e devoto. Respeitava a todos e por todos era amado. Era antes de tudo um intelectual.
Imerso nos estudos seguidamente perdia a noção de tempo e de lugar. Seus estudos foram proveitosos a todos. Sua norma era: oferecer aos outros os frutos da contemplação. Seus escritos constituem um dos maiores monumentos de filosofia e teologia católicas.
Tinha só 48 anos quando morreu. Morreu no dia 7 de março de 1274, no mosteiro cisterciense de Fossanova. Estava de viagem para o concílio de Lião, convocado por Gregório X. Sua obra principal é a Suma teológica. É uma síntese da teologia. Quando queriam os milagres para canonizá-lo, o papa João XXII disse: “Ele fez tantos milagres, quantas proposições teológicas escreveu.”
A primazia da inteligência é a mola mestra de toda a obra filosófica e teológica do Doutor angélico. Não se tratava, porém, de um intelectualismo abstrato, pois a inteligência é condicionada e o amor é condicionante: “Luz intelectual de amor cheia…”, diz Dante que foi um dos primeiros tomistas.
O pensamento de são Tomás de Aquino foi e continua sendo a base dos estudos filosóficos e teológicos dos seminaristas desde os seus tempos a até nós. O papa Leão XIII e o filósofo Jacques Maritain fizeram reflorescer os estudos tomistas. Suas obras, não tanto as grandes Sumas, como especialmente os opúsculos pastorais e espirituais, foram reimpressos.
Oração: Deus, nosso Pai, Santo Tomás de Aquino dedicou toda a sua vida ao estudo e à contemplação do mistério da vossa redenção. Dai-nos a graça de meditarmos continuamente vossa Palavra e de encontrar nela luz para nossos passos, força para a nossa luta de cada dia por trabalho, alimentação e condição de vida mais humana. Dai-nos o entendimento e a sabedoria que nos advêm de uma fé consciente, e confirmada por palavras e obras, capaz de nos fazer esperar mesmo contra toda esperança.
Devoção: À busca incessante do conhecimento e da paz interior
Padroeiro: Das faculdades ou universidades católicas
Outros Santos: Flaviano (mártires); Julião, Valério, Cirilo, (bispo); João (presb); Tiago (erem); Radegundo (virgem); Ricardo (abade); Adjutor (bispo); Tirso (mártir).
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